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IÊMEN DESAFIA A HEGEMONIA DOS EUA E DA ARÁBIA SAUDITA NO ORIENTE MÉDIO


Irã Rejeita Interferência dos EUA e Afirma Resolver Questões Internas em Meio à Tensão com Trump
O Irã afirmou que “assuntos internos são de responsabilidade exclusiva do seu povo” e que não aceitará interferência externa após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre os protestos no país. O ministro das Relações Exteriores iraniano também criticou a postura de Washington e disse que negociações com os EUA são inviáveis no momento...
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7 de jan.


Lei ou terrorismo de Estado? O sequestro de Maduro expõe a ruína do Direito Internacional
O governo dos Estados Unidos enfrenta forte contestação de juristas e especialistas em direito internacional ao tentar justificar legalmente o ataque militar realizado contra a Venezuela no início de 2026, operação que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e em dezenas de mortes, segundo autoridades venezuelanas. Em meio a críticas crescentes nos meios acadêmicos e jurídicos, a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, passou a apresentar uma série de argumentos pa
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6 de jan.


União Africana pressiona Israel a revogar reconhecimento da Somalilândia
[...]Analistas apontam que a aproximação com a Somalilândia tem valor estratégico para Israel devido à localização do território próximo ao estreito de Bab-el-Mandeb, rota marítima crucial para o comércio internacional. A área está situada em frente ao Iêmen, onde atua o grupo Ansar Alaah, apoiado pelo Irã, responsável por ataques contra alvos israelenses desde o início do genocídio em Gaza.[...]
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6 de jan.


"Apenas os venezuelanos podem decidir seu governo " Sheinbaum
Durante pronunciamento nesta terça-feira (6), Claudia Sheinbaum reiterou que a autodeterminação dos povos é um princípio inegociável da política externa mexicana e deve prevalecer em qualquer análise sobre a situação venezuelana. Ao comentar o cenário político da Venezuela, a presidente afirmou que conflitos e desacordos internos precisam ser enfrentados por meios pacíficos, como o diálogo político ou a atuação de instâncias multilaterais, incluindo a Organização das Nações U
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6 de jan.


O QUINTAL DE FERRO: A RESSURREIÇÃO DA DOUTRINA MONROE E A AGONIA DO CAPITALISMO HEGEMÔNICO
Em 1823, o mundo ouviu o brado: "A América para os americanos". Dois séculos depois, o eco dessa frase ressoa não como um grito de libertação, mas como uma ordem de despejo para a soberania popular no Sul Global. O que a historiografia liberal descreve como uma "estratégia de defesa" revela-se, sob a lente do materialismo histórico, como a certidão de nascimento do imperialismo estadunidense e sua necessária metamorfose para sobreviver em 2026.
Rafael Medeiros
6 de jan.


preço do petróleo Brent se mantém acima de US$ 60 apesar dO ATAQUE DOS EUA CONTRA Venezuela
O preço do petróleo Brent permaneceu acima de US$ 60 nesta segunda-feira (5), mesmo após ataque dos EUA contra Venezuela, marcado pelo sequestro do presidente Nicolás Maduro. Analistas apontam que o mercado segue estável devido ao elevado nível de estoques globais e à ausência de mudanças imediatas na oferta internacional...
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5 de jan.


Delcy Rodríguez apela a Trump por diálogo e cooperação e rejeita escalada de confronto
A presidenta interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual defende diálogo, cooperação e paz nas relações bilaterais. No documento, a dirigente rejeita ameaças e ações militares, afirma que a Venezuela busca convivência pacífica e diz que a guerra não trará benefícios nem ao país nem à região...
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5 de jan.


Após ataque contra Venezuela, Trump reforça interesse dos EUA na Groenlândia
Após ataque contra Venezuela, Donald Trump voltou a destacar o que chamou de "importância estratégica" da Groenlândia para a "segurança nacional americana", citando preocupações com a presença de navios russos e chineses na região. Segundo ele, a localização da ilha no Ártico a torna “absolutamente necessária” para a defesa dos interesses dos EUA...
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5 de jan.


Brasil e outros cinco países rejeitam ação militar dos EUA na Venezuela e defendem solução pacífica liderada pelo povo
Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai divulgaram um comunicado conjunto no qual expressam preocupação com as ações militares dos Estados Unidos na Venezuela e defendem que a crise no país seja resolvida por meios pacíficos. Os governos afirmam que qualquer solução deve respeitar a vontade do povo venezuelano e o direito internacional, sem ingerência externa...
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5 de jan.


BRASIL É O PRÓXIMO NA LISTA DE TRUMP: A ESQUERDA PRECISA ACORDAR PARA A REALIDADE IMPERIALISTA
A agressão covarde desferida contra Caracas na madrugada de 3 de janeiro de 2026 não é um evento isolado, mas o "cartão de visitas" de uma fase brutal do imperialismo. O sequestro de Nicolás Maduro e o bombardeio da capital venezuelana sob ordens de Donald Trump marcam a ressurreição explícita da Doutrina Monroe em pleno século XXI. Se no século XIX o lema era "América para os americanos", hoje a tradução real é: "Os recursos da América Latina pertencem às corporações de Wash
Rafael Medeiros
5 de jan.


ONU alerta para “precedente perigoso” após ação militar dos EUA culminar no sequestro de Nicolás Maduro
O secretário-geral da ONU, António Guterres, declarou-se profundamente alarmado com a escalada da crise entre Estados Unidos e Venezuela após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças especiais americanas. A operação militar, anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, provocou reação imediata da ONU, que alertou para riscos ao direito internacional e à estabilidade regional.
@clandestino_jornal
4 de jan.


Rússia acusa EUA de agressão armada contra a Venezuela e pede diálogo para evitar escalada
O governo da Rússia condenou neste sábado (3) os ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela, classificando a ação como um “ato de agressão armada”. Moscou afirmou que as justificativas apresentadas por Washington são insustentáveis, pediu a contenção do conflito e defendeu uma solução diplomática, após bombardeios em várias regiões venezuelanas e o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a suposta captura de Nicolás Maduro.
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3 de jan.
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