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Nova remessa: Brasil envia 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares à Venezuela
O governo brasileiro enviou em 10 de julho uma nova remessa de 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares destinados ao atendimento das vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho. A operação reúne mais de 363 mil itens e integra a cooperação humanitária entre os dois países diante da emergência sanitária provocada pelos abalos sísmicos. As informações foram divulgadas pela Agência Gov, com dados do Ministério da Saúde.
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13 de jul.


Continente africano tem desafios agravados após queda de 26% na ajuda internacional
A África Subsaariana registrou em 2025 uma redução de quase 26% na ajuda bilateral internacional, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). O corte atinge países cuja estrutura de financiamento de serviços públicos depende de recursos externos destinados à saúde, educação e assistência humanitária. O cenário ocorre enquanto sucessivas crises econômicas, alimentares e energéticas restringem a capacidade fiscal dos governos africanos e aumentam a pressão sobre organ
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30 de jun.


Risco de fome ameaça 13 zonas críticas no segundo semestre deste ano
Cerca de 266 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar aguda, segundo relatório divulgado em 17 de junho pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pelo Programa Mundial de Alimentos (WFP). O documento identifica 13 zonas críticas onde a fome deve se agravar entre junho e novembro de 2026, em um cenário marcado pela redução de 59% do financiamento humanitário destinado à assistência alimentar e agrícola de emergência. Sudão,
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18 de jun.


Sudão: violações sistêmicas de direitos humanos alimentam crise
Missão da Organização das Nações Unidas relata detenções arbitrárias em massa no Sudão. Peritos vinculam as práticas a encargos econômicos e psicológicos sobre famílias. O relatório associa o cenário à consolidação de uma economia de guerra ilícita no país. A Missão da ONU no Sudão registrou casos de detenções arbitrárias em massa em diferentes regiões do país, segundo relatório divulgado em 15 de junho de 2026 pela ONU News. O documento integra a cobertura oficial do sistema
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16 de jun.


Crise no Oriente Médio agrava fome nos países mais vulneráveis
Milhões de pessoas em países da África e da Ásia enfrentam agravamento da insegurança alimentar em decorrência da crise que atravessa o Oriente Médio e dos impactos provocados sobre os mercados internacionais de energia e alimentos. Um relatório divulgado em 9 de junho de 2026 pelo Programa Alimentar Mundial (PAM/WFP) aponta que a alta dos preços do petróleo, as perturbações comerciais e a redução da capacidade de resposta humanitária estão empurrando populações para a fome a
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11 de jun.


PAÍSes precisam diversificar produção para garantir segurança alimentar, diz FAO
Cerca de 2,6 bilhões de pessoas não possuem renda necessária para garantir alimentação com nutrientes necessários. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, afirma que segurança alimentar envolve produção, disponibilidade e acesso econômico. O diretor-geral Qu Dongyu tratou do tema durante evento em Roma.
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10 de jun.


Governo do Brasil investiu cerca de R$ 565 bilhões em segurança alimentar em 2025
O Governo do Brasil informou ter investido cerca de R$ 565 bilhões em políticas de segurança alimentar e nutricional durante 2025. Os recursos foram aplicados no primeiro ano de execução do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan), que permanecerá em vigor até 2027. Dados apresentados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que 73% das 410 entregas previstas para 2025 registraram algum nível de exe
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9 de jun.


Agências da ONU intensificam resposta ao Ebola no leste da RDCongo
A Organização Mundial da Saúde declarou em 21 de maio uma emergência de saúde pública internacional após o avanço de um novo surto de Ebola no leste da República Democrática do Congo. Agências da ONU, forças de paz da MONUSCO e estruturas logísticas ligadas ao aparato internacional iniciaram uma operação de transporte aéreo de suprimentos, pessoal médico e equipamentos para a província de Ituri. O novo surto ocorre em uma região marcada por décadas de intervenção armada, expl
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22 de mai.


Piora da emergência alimentar na Somália ameaça 6 milhões de pessoas
Seis milhões de pessoas enfrentarão níveis críticos de insegurança alimentar na Somália entre abril e junho de 2026, segundo dados divulgados em 20 de maio por agências da ONU. O número representa 31% da população do país e expõe o impacto combinado da seca, da retração do financiamento internacional e da desestruturação dos serviços públicos de saúde e nutrição. FAO, Unicef, Ocha e Programa Alimentar Mundial alertaram que o colapso da assistência humanitária amplia o risco d
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20 de mai.


OIM envia assistência emergencial ao Líbano, onde 1 milhão estão deslocados
A Organização Internacional para Migrações enviou mais de 4,5 mil itens de assistência emergencial ao Líbano em meio ao deslocamento de mais de 1 milhão de pessoas. A operação humanitária ocorre após meses de ataques israelenses contra áreas civis libanesas e expansão das tensões envolvendo o Hezbollah no sul do país. A ONU lançou um apelo de US$ 19 milhões enquanto famílias deslocadas enfrentam falta de abrigo, alimentação, atendimento médico e infraestrutura básica
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15 de mai.


Ataques com drones são principal causa de mortes na guerra no Sudão
Ataques com drones armados responderam por mais de 80% das mortes de civis registradas no Sudão entre janeiro e abril de 2026, segundo dados divulgados em 13 de maio pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. O órgão informou que ao menos 880 civis morreram durante ofensivas realizadas no contexto da guerra entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido, conflito alimentado por redes externas de fornecimento de armas e pela disputa regional por inf
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14 de mai.


O que está por trás do aumento de malformações em recém-nascidos durante o genocídio em Gaza
A destruição promovida por Israel na Faixa de Gaza provocou aumento nos casos de bebês nascidos com deformidades congênitas, segundo médicos palestinos e relatos de famílias atingidas pelos bombardeios. Hospitais registram crescimento de casos ligados à desnutrição, à exposição a fumaça tóxica, ao colapso do atendimento pré-natal e ao bloqueio imposto por Israel contra a entrada de alimentos, medicamentos e equipamentos médicos. Dados do Complexo Médico Nasser, em Khan Younis
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11 de mai.
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