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Enquanto caem bombas e faltam remédios, Gaza enfrenta mais um capítulo de destruição prolongada
Foto @momen__sameer / Novos ataques aéreos e bombardeios nas voltaram a colocar civis em risco na Faixa de Gaza, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) em fevereiro de 2026. O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) recebeu relatos de explosões, disparos de artilharia — inclusive a partir do mar — e tiroteios em áreas residenciais. Segundo o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, a escalada “coloca os [...]
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18 de fev.


IA rompe o monopólio tecnológico do Norte Global e impulsiona soluções no Sul
A inteligência artificial deixou de ser monopólio das potências do Norte Global e passa a ser desenvolvida por iniciativas locais em países em desenvolvimento. Um dos exemplos mais concretos vem do Paquistão, onde próteses criadas com IA devolvem mobilidade a trabalhadoras amputadas. O projeto é conduzido pela empresa Bioniks Technologies em parceria com a ONU Mulheres. As aplicações envolvem modelagem 3D, escaneamento digital e inteligência artificial para produzir braços bi
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18 de fev.


Israel oficializa confisco de terras palestinas enquanto a ONU emite "notas de repúdio"
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, condenou em 16 de fevereiro de 2026 a decisão de Israel de retomar o registro estatal de terras na Cisjordânia. A medida, aplicada à Área C — cerca de 60% do território — foi autorizada pelo gabinete israelense em maio de 2025 e formalizada no domingo anterior ao anúncio. Segundo a ONU, é a primeira vez desde a ocupação de 1967 que Israel passa a registrar terras como propriedade do Estado nessa região.
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18 de fev.


Sudão sitiado: campo em Darfur abriga meio milhão de seres humanos que sobrevivem entre fome, deslocamento e abandono internacional
No dia 16 de fevereiro de 2026, um campo de deslocados internos em Tawila, na região de Darfur, no Sudão, concentra mais de 500 mil pessoas vivendo em estruturas improvisadas de galhos, palha e lona. O local se tornou refúgio após a intensificação da violência armada que devastou cidades como El Fasher, sob cerco por 18 meses e palco de massacres documentados por organismos internacionais. Relatos reunidos pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direito
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18 de fev.


Exploração infantil e misoginia: Brasil registra quase 90 mil denúncias de crimes cibernéticos em 2025, alta de 30%
O Brasil registrou quase 90 mil denúncias de crimes cibernéticos em 2025, aumento de aproximadamente 30% em relação a 2024. Os dados foram divulgados em 10 de fevereiro de 2026 pelo Jornal Nacional, com base em informações da SaferNet Brasil. Apenas os casos de misoginia somaram quase 9 mil registros, crescimento de 225% em comparação ao ano anterior. As denúncias de exploração e abuso sexual infantil na internet ultrapassaram 63 mil ocorrências, a segunda maior marca em 20 a
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11 de fev.


Sudão afunda enquanto potências assistem ao massacre
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou em 9 de fevereiro de 2026 que “o pior ainda está por vir” no Sudão caso não haja ação internacional imediata para conter massacres contra civis. A declaração foi feita durante sessão extraordinária do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, dedicada exclusivamente à emergência sudanesa. O país vive uma guerra iniciada em abril de 2023 entre o Exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido (RSF) [...]
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10 de fev.


AGU amplia ofensiva cível contra autores de feminicídio
A Advocacia-Geral da União (AGU) intensificou, entre 2023 e 2025, o ajuizamento de ações regressivas para responsabilizar financeiramente condenados por feminicídio. O número de processos cresceu mais de oito vezes no período, passando de 12, em 2023, para 100 em 2025. As ações buscam ressarcir aos cofres públicos despesas assumidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), especialmente pensões por morte pagas às famílias das vítimas.
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10 de fev.


Lula defende PEC da Segurança e pacto nacional contra feminicídio
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, em 6 de fevereiro de 2026, o compromisso do governo federal com a reformulação da política de segurança pública e o enfrentamento ao crime organizado. Em entrevista à TV Aratu, em Salvador, Lula condicionou a criação de um novo ministério específico à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional da Segurança Pública no Congresso Nacional. O presidente também destacou o combate ao feminicídio como responsabilidade do Estado e
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9 de fev.


ONU celebra Doha, mas leste do Congo segue em chamas
A Organização das Nações Unidas reconheceu em 5 de fevereiro de 2026 avanços diplomáticos nas negociações sobre o leste da República Democrática do Congo, enquanto alerta para a continuidade da violência no terreno. As conversas são mediadas pelo Catar entre o governo congolês e o grupo armado M23, que controla extensas áreas de Kivu do Norte e Kivu do Sul. Em paralelo, negociações entre a RDC e Ruanda contam com mediação estadunidense. [...]
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9 de fev.


Chade acolhe 1,5 milhão de refugiados do Sudão e paga custo global
O Chade, país mais vulnerável da África Central, abriga hoje a maior população de refugiados per capita do continente, pressionado pela guerra no Sudão iniciada em abril de 2023. Segundo a Organização das Nações Unidas, o conflito já deslocou 14 milhões de pessoas e impactou diretamente sete países vizinhos. Apenas no leste chadiano, mais de 900 mil sudaneses cruzaram a fronteira desde 2023, elevando para 40% a parcela da população local que depende de ajuda humanitária. [...
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9 de fev.


Entre a tradição e os direitos humanos: como comunidades africanas enfrentam a mutilação genital feminina
A mutilação genital feminina (MGF) segue vitimando meninas e mulheres na África, apesar de décadas de denúncia, com mais de 230 milhões de sobreviventes vivas hoje, segundo o Programa das Nações Unidas para a Saúde Sexual e Reprodutiva (UNFPA). Em 2026, cerca de 4,5 milhões de meninas correm risco imediato de serem submetidas ao procedimento, de acordo com a mesma agência. [...]
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9 de fev.


Haiti sangra enquanto doadores viram o rosto
O Haiti enfrenta em 2026 uma das mais graves crises humanitárias do planeta, resultado direto da violência de gangues, do colapso institucional e de décadas de intervenções externas fracassadas. Grupos armados controlam amplas áreas de Porto Príncipe e já forçaram mais de 1,4 milhão de pessoas, cerca de 12% da população, a abandonar suas casas. Segundo a ONU, seis milhões de haitianos, de um total de 11,4 milhões, precisarão de algum tipo de assistência humanitária neste ano.
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9 de fev.
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