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Israel amplia regime de pena de morte na Cisjordânia ocupada
Israel colocou em vigor uma lei que autoriza tribunais militares a condenarem palestinos à pena de morte na Cisjordânia ocupada. A medida foi implementada no domingo após assinatura da ordem militar pelo comando israelense responsável pelo território ocupado. Organizações palestinas e grupos de direitos humanos classificaram a legislação como consolidação de um sistema jurídico segregado aplicado sob ocupação militar.
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18 de mai.


O Irã critica o assassinato de comandante do Hamas pelo "traidor Israel"
O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica denunciou o assassinato do comandante das Brigadas Ezzedin Al-Qassam, Ezzedin al-Haddad, durante a trégua em Gaza. O governo iraniano afirmou que a morte expôs “as falsas promessas” de Israel sobre o cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro de 2025. O ataque ocorreu na noite de sexta-feira, 16 de maio, em um bombardeio israelense contra a cidade de Gaza.
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18 de mai.


Katz ordena medidas para aplicar a lei da pena de morte contra prisioneiros palestinos
O governo de Benjamin Netanyahu iniciou a aplicação de uma lei que autoriza tribunais militares israelenses a impor pena de morte contra palestinos da Cisjordânia ocupada. A medida foi colocada em prática após o ministro da Segurança israelense, Israel Katz, ordenar mudanças nas diretrizes militares para adaptar o sistema repressivo de ocupação à nova legislação aprovada pelo Knesset em março. Organizações palestinas e entidades de direitos humanos denunciam que a lei institu
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18 de mai.


Espião israelense trabalhava para o Irã de graça
O Ministério Público israelense acusou Ahmad Daas, palestino de 27 anos residente em Tira, de atuar para a inteligência iraniana durante a escalada militar entre Israel, Irã e Estados Unidos. Segundo a acusação apresentada na quinta-feira, Daas teria enviado imagens de instalações militares e energéticas israelenses sem receber dinheiro, alegadamente por motivação ideológica e oposição ao regime de ocupação. O caso expõe o aumento das acusações de espionagem dentro da Palesti
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15 de mai.


Líbano pede prorrogação do cessar-fogo enquanto ataques israelenses continuam
Líbano e Israel iniciaram em 15 de maio de 2026 a terceira rodada de negociações em Washington, enquanto ataques israelenses continuavam no sul e no leste do Líbano, ordens de evacuação eram emitidas e confrontos com o Hezbollah resultavam na morte de um soldado israelense. O governo libanês apresentou demanda por cessar-fogo abrangente e garantias de fim das hostilidades. Os Estados Unidos mantêm pressão por um acordo de segurança mais amplo entre os dois lados.
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15 de mai.


Israelenses entoam ameaças e slogans anti-palestinos na marcha das bandeiras
Milhares de israelenses ultranacionalistas atravessaram o bairro muçulmano da Cidade Velha de Jerusalém em 14 de maio sob proteção da polícia israelense e entoando palavras de ordem contra palestinos. Durante a marcha do chamado “Dia de Jerusalém”, grupos gritaram “Morte aos árabes” e “Que suas aldeias sejam queimadas”, enquanto comerciantes palestinos fecharam lojas e permaneceram dentro de casa. O ato ocorreu em meio ao genocídio em Gaza, às operações militares israelenses
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15 de mai.


Abu Ahmed al-Ghazali: Como uma das figuras mais reverenciadas do Islã ainda fala ao mundo moderno
A ocupação israelense intensificou restrições contra a Mesquita de Al-Aqsa enquanto autoridades israelenses e colonos ampliam ações para alterar o status histórico do local sagrado em Jerusalém Oriental. O ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, voltou a invadir o complexo religioso em maio de 2026 e declarou: “Sinto-me como o dono aqui”. Em paralelo, acadêmicos palestinos denunciaram ao Middle East Eye que o cerco israelense ameaça não apenas o acesso de m
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14 de mai.


O que está por trás do projeto “E1”, apontado como ameaça à criação de um Estado palestino
Em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, projetos de assentamentos israelenses seguem ligados ao plano “E1” e a medidas de integração territorial que afetam a separação entre áreas palestinas. O projeto busca conectar blocos de assentamentos entre Ma’ale Adumim e Jerusalém, reduzindo a continuidade territorial palestina na Cisjordânia. As ações ocorrem em meio a operações militares e restrições de circulação em cidades como Hebron.
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14 de mai.


Incursões israelenses em larga escala em Jerusalém ocupada
Grupos de colonos israelenses invadiram o complexo da Mesquita de Al-Aqsa nesta quinta-feira sob proteção das forças israelenses de ocupação em Jerusalém ocupada. As incursões ocorreram durante o lançamento da chamada “Marcha da Bandeira”, ato realizado por Israel para celebrar a ocupação de Jerusalém Oriental em 1967. Autoridades palestinas e movimentos de resistência denunciaram medidas para restringir a presença palestina no local sagrado e alterar o status histórico da me
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14 de mai.


Smotrich lidera ataque de colonos ao Túmulo de José, na Cisjordânia ocupada
Centenas de colonos israelenses invadiram o Túmulo de José, em Nablus, na Cisjordânia ocupada, acompanhados pelo ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich. A incursão ocorreu sob escolta de tropas israelenses que cercaram áreas da cidade palestina durante a madrugada de quarta-feira. Smotrich declarou que Israel pretende manter presença permanente no local situado em área administrada pela Autoridade Palestina.
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14 de mai.


Em meio a bombardeios israelenses, Líbano e Israel retomam negociações diretas em Washington
Uma nova rodada de negociações diretas entre o Líbano e Israel começa nesta quinta-feira em Washington enquanto ataques israelenses continuam atingindo cidades libanesas. O Ministério da Saúde do Líbano informou o martírio de 22 pessoas, entre elas 8 crianças, após bombardeios realizados na quarta-feira. Integrantes do Bloco Lealdade à Resistência acusaram o governo libanês de conceder reconhecimento político a Israel em meio à ofensiva militar.
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14 de mai.


Mais de mil cientistas pedem proteção para universidades iranianas contra ataques EUA-Israel
Mais de mil cientistas assinaram uma carta aberta denunciando ataques dos Estados Unidos e de Israel contra universidades e centros de pesquisa do Irã entre março e abril de 2026. O documento foi enviado ao secretário-geral da ONU, ao diretor-geral da UNESCO e ao Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, exigindo investigações sobre bombardeios contra instalações civis e acadêmicas iranianas. Os signatários afirmam que a ofensiva estadunidense-israelense ati
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14 de mai.
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