A guerra de Trump contra o Irã: uma catástrofe de US$ 40 bilhões
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- 22 de jun.
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A guerra conduzida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou custos militares bilionários, impacto direto no mercado de energia e redução das reservas estratégicas do país. Dados do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), obtidos pela CNN, indicam gastos próximos de US$ 40 bilhões no Pentágono. O governo solicitou US$ 80 bilhões em financiamento suplementar e parte desses valores não está vinculada a operações imediatas do conflito.

O governo dos Estados Unidos, sob o comando do presidente Donald Trump, enfrenta aumento de gastos militares relacionados à guerra analisada por dados do CSIS e divulgados pela CNN. O levantamento aponta custo aproximado de US$ 40 bilhões para o Pentágono. O pedido de financiamento suplementar chega a US$ 80 bilhões, com menos de US$ 20 bilhões ligados diretamente a necessidades operacionais imediatas. Fontes citadas pela CNN indicam que parte do montante envolve despesas não detalhadas nos registros públicos.
As munições representam US$ 26 bilhões dos custos totais. As forças estadunidenses utilizaram cerca de 1.000 mísseis Tomahawk, com custo unitário de US$ 2,5 milhões. Nos registros iniciais, as primeiras 100 horas do conflito somaram US$ 3,7 bilhões. No 12º dia, o acumulado chegou a US$ 16,5 bilhões.
Relatórios citados pela CNN indicam aumento de custos para famílias estadunidenses durante o período do conflito. O rastreador de custos de energia da Universidade Brown aponta gasto adicional de US$ 253 em gasolina por família. O impacto no diesel soma US$ 27,1 bilhões, com efeitos sobre transporte de alimentos e produção agrícola.
O preço médio da gasolina nos Estados Unidos ultrapassou US$ 4 por galão durante parte do período. Na sexta-feira mencionada nos dados, o valor médio foi de US$ 3,97, após período acima de US$ 4 desde 30 de março.
A Reserva Estratégica de Petróleo dos Estados Unidos registrou nível mais baixo desde 1983. O armazenamento de Cushing, em Oklahoma, manteve cerca de 20 milhões de barris. O presidente Donald Trump afirmou na cúpula do G7 em Versalhes: “Querem ver o caos? Nossas reservas se esgotam em cerca de quatro semanas.”
O mercado global de petróleo registrou perda de 1,15 bilhão de barris durante o período do conflito, segundo dados citados pela CNN. O governo dos Estados Unidos adotou medidas de suspensão parcial de sanções ao petróleo da Rússia e do Irã e coordenou liberação de reservas estratégicas. Venezuela e Brasil ampliaram produção no mesmo período.
A inflação anual nos Estados Unidos superou 4% pela primeira vez em três anos. O Federal Reserve, sob liderança de Kevin Warsh, indicado por Donald Trump, manteve taxa de juros sem redução apesar de pressão do governo. O índice de preços superou o crescimento salarial em abril e maio, com redução real de rendimento registrada no período.
Donald Trump declarou: “Eu adoro a inflação” e afirmou que os preços “cairiam como uma pedra”. O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan registrou leve alta em junho após três meses de queda, permanecendo próximo de níveis anteriores de baixa.
O número de mortos inclui 13 militares estadunidenses e mais de 7.500 civis durante o período do conflito, segundo dados citados pela CNN.

































