TRT: "O piloto americano do F-15 abatido viu 'extraterrestres' vindo em defesa do Irã?"
- www.jornalclandestino.org

- 23 de jun.
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Um piloto de caça dos Estados Unidos relatou a agentes de inteligência ter observado uma formação de drones descrita como semelhante a uma água-viva momentos antes de ejetar de sua aeronave sobre o Irã. O caso foi revelado pela CNN com base em fontes com conhecimento do relatório pós-resgate. A ocorrência está ligada à queda de um F-15E Strike Eagle durante o recente conflito e segue sob investigação das autoridades estadunidenses.

O episódio ocorreu em abril de 2026, quando forças iranianas derrubaram um caça F-15E da Força Aérea dos Estados Unidos em meio à escalada militar na região. O piloto foi resgatado por forças especiais estadunidenses horas depois da ejeção, enquanto o oficial de sistemas de armas conseguiu escapar por mais de um dia em área montanhosa. A CNN informou que não há confirmação se o segundo tripulante também observou a formação de drones.
Segundo o relato citado pela CNN, o piloto descreveu múltiplos drones em coordenação no ar, com unidades menores posicionadas sob estruturas maiores, formando disposição comparada a “pernas” sob um corpo central. Fontes relataram que a imagem foi interpretada em parte como um “campo minado de drones” e gerou debate em setores da inteligência estadunidense sobre a capacidade atribuída ao Irã. Avaliações iniciais mencionadas pela CNN indicam que a formação pode ter contribuído para a queda da aeronave, sem definição final sobre a causa.
O piloto teria informado ainda que o conjunto de drones se movia de forma coordenada no momento anterior ao impacto, em descrição associada a uma possível rede de comunicação entre múltiplas unidades. Oficiais de inteligência discutiram se o relato foi afetado por uma concussão sofrida na queda e pelo histórico de outro abate anterior no conflito. A CNN relatou que análises internas consideram hipóteses ligadas a cooperação entre Irã, China e Rússia em tecnologia de drones.
Fontes citadas pela CNN indicam que a configuração descrita se aproxima do conceito de rede mesh um-para-muitos, sistema em que múltiplos drones operam de forma coordenada por comunicação distribuída. A inteligência estadunidense não havia registrado anteriormente capacidade atribuída ao Irã nesse formato, segundo a reportagem. Emma Bates, fundadora da empresa Cachai e especialista em guerra com drones, afirmou à CNN que sistemas desse tipo podem alterar a eficácia de operações militares e impactar defesas aéreas.
O episódio ocorre no contexto de negociações entre Washington e Teerã após anúncio de um cessar-fogo de 60 dias na semana anterior. A CNN também informou que o oficial de sistemas de armas conseguiu se deslocar por terreno montanhoso antes de ser localizado por forças estadunidenses, enquanto o segundo tripulante não teve confirmação pública de observação adicional do mesmo evento.

































