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Nova remessa: Brasil envia 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares à Venezuela
O governo brasileiro enviou em 10 de julho uma nova remessa de 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares destinados ao atendimento das vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho. A operação reúne mais de 363 mil itens e integra a cooperação humanitária entre os dois países diante da emergência sanitária provocada pelos abalos sísmicos. As informações foram divulgadas pela Agência Gov, com dados do Ministério da Saúde.
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13 de jul.


Medicamentos em fase de teste podem ajudar a conter ebola na RD Congo
O surto de ebola na República Democrática do Congo continua em expansão e já soma 1.561 casos confirmados, 506 mortes e 254 pessoas recuperadas, conforme dados divulgados pelo governo congolês até 4 de julho. A Organização Mundial da Saúde iniciou, em 2 de julho, um ensaio clínico para avaliar duas opções terapêuticas destinadas ao tratamento da doença causada pelo vírus bundibugyo. A resposta sanitária também inclui ampliação da capacidade laboratorial, monitoramento de mais
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8 de jul.


A ONU pede a libertação imediata do médico palestino Hussam Abu Safiya
A Comissão Internacional Independente de Inquérito das Nações Unidas sobre o Território Palestino Ocupado pediu a libertação imediata do médico palestino Hussam Abu Safiya, diretor do Hospital Kamal Adwan, detido por Israel desde dezembro de 2024. A ONU afirmou que a prisão sem acusação formal e os relatos de abusos contra o médico levantam preocupações sobre possíveis violações do direito internacional. Organizações de direitos humanos e o advogado de Abu Safiya afirmam que
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8 de jul.


Brasil envia vacinas à Venezuela para resposta aos terremotos
O Brasil enviou 350 mil doses de vacinas à Venezuela para apoiar a resposta de saúde após os terremotos que atingiram o país, informou o Ministério da Saúde em 5 de julho de 2026. A remessa inclui 100 mil doses contra febre amarela e 250 mil doses contra raiva canina, destinadas a ações de prevenção em meio aos impactos provocados pelo desastre. O envio integra uma operação de cooperação humanitária entre os dois países em um cenário de pressão sobre estruturas de atendimento
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7 de jul.


Unicef: Crianças no Sudão estão presas em um “ciclo implacável” de violência
Pelo menos 330 crianças morreram no Sudão desde o início de 2026 em ataques registrados principalmente nos Estados de Darfur e Cordofão, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 6 de julho. A agência da ONU alertou que a situação em Al Obeid e em outras áreas do Cordofão do Norte expõe centenas de milhares de civis a riscos de morte, ferimentos e deslocamento. O Unicef afirmou que as crianças sudanesas estão presas em um “ciclo implacável de violência, d
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7 de jul.


Organização de direitos humanos da ONU exige a libertação de dr. Hussam Abu Safia
Um grupo de especialistas das Nações Unidas afirmou que a vida do médico palestino Hussam Abu Safia está em risco e pediu sua libertação imediata da prisão israelense. O órgão concluiu que sua detenção viola normas do direito internacional de direitos humanos e apontou indícios de arbitrariedade no caso. Familiares e o advogado do médico afirmam que ele apresenta sinais de tortura e que seu estado de saúde se deteriora durante a custódia.
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7 de jul.


Na luta contra ebola, Uganda recebe centro operacional para conter o surto
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo de Uganda inauguraram, em 1º de julho de 2026, um Centro Operacional em Kampala para coordenar a resposta ao surto de ebola no país. A iniciativa reúne a OMS, o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (África CDC) e instituições parceiras para ampliar a vigilância epidemiológica, coordenar ações e direcionar recursos às áreas afetadas. Dados divulgados pela ONU indicam que a República Democrática do Congo concentra o
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6 de jul.


Jura? ONU afirma que escalada no Oriente Médio pode tornar-se catastrófica
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se em sessão de emergência em 2 de julho de 2026 para tratar da escalada militar no Golfo Pérsico após ataques atribuídos ao Irã contra o Bahrein e o Kuwait. A secretária-geral assistente da ONU para Consolidação e Apoio à Paz, Elizabeth Spehar, afirmou que a situação ocorre em meio a contatos diplomáticos indiretos entre Irã e Estados Unidos e risco de retomada de confrontos em larga escala. O órgão relatou ataques com drones,
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6 de jul.


Conselho de Direitos Humanos da ONU fará debate sobre crise humanitária no Sudão
O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas anunciou para 3 de julho de 2026 um debate urgente sobre a deterioração da crise humanitária no estado do Cordofão do Norte, no Sudão. A decisão ocorre diante de alertas sobre ataques das Forças Armadas do Sudão e das Forças de Apoio Rápido em áreas habitadas e infraestrutura civil. Cerca de 500 mil civis estão sob risco de serem atingidos por atrocidades em larga escala, segundo solicitação apresentada por Alemanha, Irlanda, P
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6 de jul.


Jornalistas bolivianos rejeitam projeto que restringe acesso à informação pública
Organizações de jornalistas da Bolívia manifestaram oposição ao projeto de lei aprovado pelo Senado que estabelece novas regras para o acesso a documentos e informações públicas. As entidades afirmam que a proposta cria exigências administrativas que limitam o exercício do direito constitucional de acesso à informação e comprometem a atividade jornalística, sobretudo em investigações de interesse público.
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6 de jul.


ONU Mulheres ressalta peso invisível da carga mental feminina
A ONU Mulheres afirmou em 30 de junho que a carga mental associada ao planejamento e à gestão do cuidado doméstico continua recaindo sobre as mulheres, mesmo quando elas respondem pela principal renda familiar. Relatórios da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que essa divisão do trabalho produz impactos econômicos e limita a inserção feminina no mercado de trabalho. A agência das Nações Uni
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2 de jul.


Por que a ajuda humanitária é crucial para conter o surto de Ebola na RDCongo?
O surto de Ebola no leste da República Democrática do Congo ocorre em áreas com presença de deslocados internos e restrições de acesso a equipes de saúde. Autoridades sanitárias e organizações regionais afirmam que a interrupção de serviços básicos e a insegurança afetam a detecção de casos, o rastreamento de contatos e o tratamento. A resposta ao vírus está associada a negociações com doadores e governos para financiamento e logística em meio ao deslocamento de cerca de dois
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1 de jul.
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