top of page


Guterres visita Haiti e diz que país não está só na luta contra violência
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou em 16 de junho que o Haiti enfrenta a crise humanitária mais grave do Hemisfério Ocidental e a que apresenta a deterioração mais acelerada. Durante visita a Porto Príncipe, ele declarou que a comunidade internacional não pode continuar ignorando a situação do país caribenho, marcado por violência armada, deslocamentos internos e insegurança alimentar. A visita ocorreu em meio ao avanço de grupos armados sobre áreas urbanas,
www.jornalclandestino.org
18 de jun.


Fifa veta uniforme do Haiti que homenageia independência do país
O Haiti foi obrigado pela Fifa a alterar o uniforme que utilizaria na Copa do Mundo de 2026 após a entidade considerar inadequada uma referência histórica à luta anticolonial do país. A exigência ocorreu poucos dias antes da estreia da seleção haitiana no torneio sediado pelos Estados Unidos. A decisão repete um padrão de censura já registrado em 2026 contra símbolos ligados à Revolução Haitiana e à independência da primeira república negra do mundo.
www.jornalclandestino.org
11 de jun.


Haiti atinge recorde de 1,5 milhão de deslocados com escalada da violência
O Haiti alcançou a marca de 1,5 milhão de pessoas deslocadas internamente em consequência da violência armada, segundo relatório divulgado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) em 5 de junho. Mais da metade dessa população é composta por mulheres e meninas que abandonaram suas casas diante da expansão dos confrontos em diferentes regiões do país. A agência das Nações Unidas afirma que a crise humanitária entrou em uma nova etapa enquanto o deslocamento se esp
www.jornalclandestino.org
8 de jun.


Milhares de haitianos saem às ruas de Porto Príncipe para exigir o fim da violência
Milhares de haitianos foram às ruas de Porto Príncipe na segunda-feira para exigir o fim da violência armada e a reabertura de estradas e do aeroporto internacional da capital. O protesto ocorreu durante as celebrações do Dia da Bandeira e da Universidade em meio ao avanço territorial de gangues armadas e ao fracasso das operações conduzidas pelo Estado haitiano e por forças estrangeiras. Dados do Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti (BINUH) apontam que 1.642 pesso
www.jornalclandestino.org
19 de mai.


Haiti: violência de gangues e ação policial causam 1,6 mil mortes em 3 meses
Mais de 1,6 mil pessoas morreram e 745 ficaram feridas no Haiti entre janeiro e março de 2026, segundo relatório divulgado em 14 de maio pelo Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti, Binuh. A ONU informou que operações policiais apoiadas por empresas militares privadas e drones responderam por mais de 60% das vítimas registradas no período. Enquanto Porto Príncipe permanece sob domínio armado de facções, a expansão da violência para regiões centrais do país expõe o co
www.jornalclandestino.org
15 de mai.


A violência no Haiti deixa oito mortos e centenas de deslocados
Ataques de grupos armados deixaram oito mortos, três feridos e centenas de deslocados no Haiti. Os confrontos ocorreram em diferentes regiões do país durante o fim de semana. Moradores relatam ausência de resposta estatal diante do avanço das gangues armadas. A escalada da violência no Haiti atingiu áreas como Terre Noire, Drouillard, Fouchard, Sarthe e Varreux, após confrontos entre os grupos Pyè 6, Chen Mechan e Canaan. Os ataques provocaram deslocamento forçado de moradore
www.jornalclandestino.org
13 de mai.


Ruas controladas por gangues, redações fechadas: como a violência está corroendo a mídia no Haiti
Jornalistas no Haiti relatam ameaças constantes de morte e restrições severas ao trabalho em meio ao avanço de gangues armadas. Mais de 80% da área metropolitana de Porto Príncipe está sob controle desses grupos, segundo profissionais de imprensa locais. Dados da UNESCO indicam que ao menos 14 jornalistas foram mortos no país desde 2021
www.jornalclandestino.org
5 de mai.


Confrontos no Haiti deixam vários mortos, feridos e famílias desabrigadas
Confrontos entre gangues armadas deixaram mortos, feridos e centenas de deslocados na região de Plaine du Cul de Sac, ao norte de Porto Príncipe, capital do Haiti. A violência se intensificou ao longo de dois dias consecutivos, sem qualquer intervenção efetiva das forças estatais. A ausência da Polícia Nacional Haitiana e de unidades especializadas expôs a população civil a ataques diretos e forçou fugas em massa. Famílias abandonaram suas casas às pressas, muitas vezes a pé
www.jornalclandestino.org
21 de abr.


Haiti enfrenta "uma das crises humanitárias mais graves e de rápida deterioração no Hemisfério Ocidental", alerta alto funcionário da ONU
Em 10 de abril de 2026, a Organização das Nações Unidas classificou a situação no Haiti como uma das crises humanitárias mais graves do Hemisfério Ocidental. A avaliação foi apresentada por Edem Wosornu, diretora de resposta a crises do Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, após missão realizada entre 16 e 20 de março de 2026. Segundo dados oficiais, 6,4 milhões de haitianos necessitam de assistência humanitária imediata, enquanto 5,7 milhões enfrentam fome
www.jornalclandestino.org
12 de abr.


Haiti declara alerta máximo e mobiliza Forças Armadas após retirada de proteção estrangeira
As Forças Armadas do Haiti (FAd’H) entraram em estado de alerta máximo a partir de 6 de abril de 2026, conforme memorando oficial divulgado pelo alto comando militar. A decisão ocorre dias após a retirada de militares estrangeiros responsáveis pela segurança de ex-integrantes do Conselho Presidencial de Transição (CPT) e outras autoridades. O jornal haitiano Le Nouvelliste informou que a medida corresponde ao chamado “Nível D”, que autoriza ações armadas contra grupos crimino
www.jornalclandestino.org
7 de abr.


Haiti: explosão no recrutamento de crianças por gangues enquanto Estado desmorona
A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou em 20 de fevereiro de 2026 para um “aumento alarmante” no recrutamento de crianças por gangues no Haiti. O fenômeno ocorre em meio ao colapso da segurança pública, da governança e dos serviços básicos no país caribenho. Pelo menos 26 grupos armados operam em Porto Príncipe e arredores, controlando territórios e impondo extorsões violentas à população. [...]
www.jornalclandestino.org
20 de fev.


Haiti sangra enquanto doadores viram o rosto
O Haiti enfrenta em 2026 uma das mais graves crises humanitárias do planeta, resultado direto da violência de gangues, do colapso institucional e de décadas de intervenções externas fracassadas. Grupos armados controlam amplas áreas de Porto Príncipe e já forçaram mais de 1,4 milhão de pessoas, cerca de 12% da população, a abandonar suas casas. Segundo a ONU, seis milhões de haitianos, de um total de 11,4 milhões, precisarão de algum tipo de assistência humanitária neste ano.
www.jornalclandestino.org
9 de fev.
bottom of page