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Unicef: Crianças no Sudão estão presas em um “ciclo implacável” de violência
Pelo menos 330 crianças morreram no Sudão desde o início de 2026 em ataques registrados principalmente nos Estados de Darfur e Cordofão, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 6 de julho. A agência da ONU alertou que a situação em Al Obeid e em outras áreas do Cordofão do Norte expõe centenas de milhares de civis a riscos de morte, ferimentos e deslocamento. O Unicef afirmou que as crianças sudanesas estão presas em um “ciclo implacável de violência, d
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7 de jul.


Conselho de Direitos Humanos da ONU fará debate sobre crise humanitária no Sudão
O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas anunciou para 3 de julho de 2026 um debate urgente sobre a deterioração da crise humanitária no estado do Cordofão do Norte, no Sudão. A decisão ocorre diante de alertas sobre ataques das Forças Armadas do Sudão e das Forças de Apoio Rápido em áreas habitadas e infraestrutura civil. Cerca de 500 mil civis estão sob risco de serem atingidos por atrocidades em larga escala, segundo solicitação apresentada por Alemanha, Irlanda, P
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6 de jul.


Mais de 1.400 pessoas fugiram do norte de Darfur, no Sudão, em um único dia
Mais de 1.400 pessoas deixaram áreas do norte de Darfur, no Sudão, em um único dia, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), em meio ao avanço de ataques atribuídos às Forças de Apoio Rápido (RSF). O deslocamento ocorreu na terça-feira, 25 de junho de 2026, em aldeias da localidade de Umbro, enquanto a insegurança se estende pela região. Parte dos deslocados atravessou a fronteira em direção ao Chade.
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26 de jun.


Sudão: violações sistêmicas de direitos humanos alimentam crise
Missão da Organização das Nações Unidas relata detenções arbitrárias em massa no Sudão. Peritos vinculam as práticas a encargos econômicos e psicológicos sobre famílias. O relatório associa o cenário à consolidação de uma economia de guerra ilícita no país. A Missão da ONU no Sudão registrou casos de detenções arbitrárias em massa em diferentes regiões do país, segundo relatório divulgado em 15 de junho de 2026 pela ONU News. O documento integra a cobertura oficial do sistema
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16 de jun.


Sudão: ataques com drones danificam rotas de ajuda humanitária
A destruição de pontes e estradas no Sudão interrompe rotas de ajuda humanitária e afeta o deslocamento de civis em meio aos combates entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF). A Organização das Nações Unidas alertou em 9 de junho que os ataques contra infraestruturas civis ampliam os riscos para a população e restringem operações de assistência em diferentes regiões do país. Os danos ocorrem enquanto a guerra iniciada em abril de 2023 entra em
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10 de jun.


Guerra no Sudão interrompe o fornecimento de medicamentos, alimentando o contrabando
A guerra no Sudão interrompeu a cadeia de fornecimento de medicamentos e desestruturou o sistema de saúde nacional, enquanto pacientes passam a depender de remédios contrabandeados e de qualidade incerta. Em 1º de junho de 2026, a Al Jazeera reportou que o colapso da produção farmacêutica interna levou à circulação de insulina e outros medicamentos armazenados fora de condições técnicas adequadas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou em 14 de abril de 2026 que 21 mil
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2 de jun.


27 civis, incluindo idosos, foram mortos em ataque no Sudão
Vinte e sete civis, entre eles idosos, foram mortos em um ataque das Forças de Apoio Rápido (RSF) contra aldeias da região de Al-Marra, a oeste da cidade de Bara, no estado de Kordofão do Norte, no Sudão. O ataque ocorreu durante o segundo dia do Eid al-Adha e atingiu localidades sem presença de forças militares, segundo denúncia da Rede de Médicos do Sudão. A entidade afirmou que a ofensiva amplia a crise humanitária provocada pela guerra iniciada em abril
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1 de jun.


Por que o Sudão desapareceu das manchetes globais - até a guerra com o Irã?
A recente reformulação geopolítica da crise sudanesa distorce o quadro real e corre o risco de perpetuar o conflito que já dura três anos.
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18 de mai.


Ataques com drones são principal causa de mortes na guerra no Sudão
Ataques com drones armados responderam por mais de 80% das mortes de civis registradas no Sudão entre janeiro e abril de 2026, segundo dados divulgados em 13 de maio pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. O órgão informou que ao menos 880 civis morreram durante ofensivas realizadas no contexto da guerra entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido, conflito alimentado por redes externas de fornecimento de armas e pela disputa regional por inf
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14 de mai.


Civis que fugiram da guerra no Sudão enfrentam nova batalha no Egito
Cerca de 850 mil sudaneses que fugiram do conflito em seu país vivem atualmente no Egito, mas enfrentam risco crescente de perder serviços essenciais, alertou a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). O número de refugiados aumentou de 300 mil, há três anos, para mais de 1,1 milhão, intensificando a pressão sobre programas de assistência já escassos. A porta-voz do ACNUR no Egito, Christine Beshay, destacou que o financiamento insuficiente reduziu o apoio disponível de US$ 11
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6 de mai.


Guerra no Darfur se tornou mais letal e amplia impacto humanitário sobre crianças
Vinte anos após a crise de Darfur chocar o mundo, crianças da região voltam a ser alvo de violência extrema e abandono internacional. Um relatório divulgado em 28 de abril de 2026 pelo UNICEF documenta a escalada de crimes contra menores em meio à guerra sudanesa. Desde abril de 2024, mais de 1.500 violações graves contra crianças foram registradas apenas em El Fasher. O documento aponta que mais de 1.300 crianças foram mortas ou mutiladas na cidade, muitas por armas explosiv
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29 de abr.


Sem investimentos, 4 milhões de sudaneses que voltam ao país correm risco
Cerca de 4 milhões de sudaneses que retornam ao país enfrentam risco imediato diante da ausência de investimentos em infraestrutura. O alerta foi divulgado em 22 de abril de 2026 por uma agência das Nações Unidas. A Organização Internacional para Migrações afirma que serviços essenciais estão colapsados nas áreas de retorno. O movimento ocorre após meses de confrontos internos que devastaram regiões inteiras. A crise revela a incapacidade estrutural de resposta diante de um d
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23 de abr.
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