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No Dia Mundial dos Refugiados, Guterres pede solidariedade e proteção
O sistema das Nações Unidas informou que 117 milhões de pessoas vivem em situação de deslocamento forçado em escala global. Os dados incluem refugiados, solicitantes de asilo e deslocados internos em diferentes regiões afetadas por conflitos e perseguições. O alerta foi divulgado no Dia Mundial dos Refugiados, em 20 de junho de 2026.
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22 de jun.


Cinco pessoas ficaram feridas em ataques anti-muçulmanos na Escócia
Um homem de 36 anos foi acusado após uma série de ataques registrados em Edimburgo, na Escócia, que deixaram cinco homens feridos em diferentes pontos da cidade. Os episódios ocorreram na sexta-feira e envolveram locais próximos a uma mesquita e áreas comerciais do oeste e do centro urbano. A polícia escocesa informou que o suspeito foi detido e permanece sob custódia enquanto o caso segue para o Ministério Público.
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22 de jun.


Direitos das mulheres em foco na renovação da missão da ONU no Afeganistão
O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou em 16 de junho de 2026 a renovação do mandato da Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) até 2027. A decisão foi adotada por unanimidade pelos 15 integrantes do órgão reunidos na sede da ONU, em Nova Iorque. O debate foi marcado pelas denúncias sobre a exclusão de mulheres e meninas afegãs da vida pública e pelas restrições impostas aos seus direitos.
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19 de jun.


Acnur quer expansão urgente de reassentamento de milhões de refugiados
Cerca de 2,4 milhões de refugiados precisarão ser reassentados em 2027, segundo projeção divulgada em 17 de junho pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O número expõe a distância entre as necessidades de proteção de populações deslocadas e as vagas disponibilizadas pelos Estados para programas de reassentamento. Enquanto países de baixa e média renda concentram a maior parte do acolhimento, governos das economias centrais reduziram admissões, endur
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18 de jun.


Sudão: violações sistêmicas de direitos humanos alimentam crise
Missão da Organização das Nações Unidas relata detenções arbitrárias em massa no Sudão. Peritos vinculam as práticas a encargos econômicos e psicológicos sobre famílias. O relatório associa o cenário à consolidação de uma economia de guerra ilícita no país. A Missão da ONU no Sudão registrou casos de detenções arbitrárias em massa em diferentes regiões do país, segundo relatório divulgado em 15 de junho de 2026 pela ONU News. O documento integra a cobertura oficial do sistema
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16 de jun.


A luta para acabar com a mutilação genital feminina na Colômbia
Bogotá formalizou a aprovação de uma lei nacional que proíbe a mutilação genital feminina após votação unânime no Congresso. O texto foi aprovado no quarto e último debate do Projeto de Lei 440 e segue para sanção presidencial. A decisão encerra um processo legislativo de dois anos centrado em comunidades indígenas onde a prática ainda ocorre.
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15 de jun.


Crise no Oriente Médio agrava fome nos países mais vulneráveis
Milhões de pessoas em países da África e da Ásia enfrentam agravamento da insegurança alimentar em decorrência da crise que atravessa o Oriente Médio e dos impactos provocados sobre os mercados internacionais de energia e alimentos. Um relatório divulgado em 9 de junho de 2026 pelo Programa Alimentar Mundial (PAM/WFP) aponta que a alta dos preços do petróleo, as perturbações comerciais e a redução da capacidade de resposta humanitária estão empurrando populações para a fome a
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11 de jun.


Ebola: OMS e África CDC unem forças em plano continental de US$ 518 milhões
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (África CDC) anunciaram em 5 de junho, em Genebra, um plano continental de resposta ao surto de ebola que atinge a República Democrática do Congo e Uganda. A iniciativa prevê investimentos de US$ 518 milhões entre junho e novembro de 2026 para financiar operações de vigilância, tratamento, logística e contenção da doença. O anúncio ocorre após a contabilização de 906 casos suspeitos e
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9 de jun.


Governo do Brasil reitera combate ao trabalho forçado e questiona argumento dos EUA
O governo brasileiro contestou em 3 de junho a conclusão preliminar de uma investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos que poderá resultar em restrições às exportações de dezenas de países. Em nota oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Brasília classificou a medida como uma distorção do debate sobre direitos trabalhistas para justificar ações protecionistas. O governo também afirmou que poderá recorrer à Lei de Reciprocidade Econômica caso as ameaças comerciai
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4 de jun.


Relatores da ONU cobram medidas contra superlotação de prisões na França
A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou do governo francês a adoção de medidas para enfrentar a superlotação nas prisões do país após uma missão de inspeção que avaliou as condições de detenção em 18 estabelecimentos prisionais. A visita foi realizada por integrantes do Subcomitê para a Prevenção da Tortura da ONU. Os especialistas afirmaram que a situação observada afeta os direitos das pessoas privadas de liberdade e produz efeitos que ultrapassam os muros do sistema p
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3 de jun.


OMS: casos de ebola avançam na RD Congo e Uganda
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou em 1º de junho que o atual surto de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda já contabiliza 263 casos confirmados e 43 mortes. A cepa identificada pertence à variante Bundibugyo, para a qual não existe vacina licenciada nem tratamento específico aprovado. O avanço da doença ocorre em uma região marcada por deslocamentos populacionais, confrontos armados e dependência de assistência humanitária
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2 de jun.


Em África, 62% das vítimas de tráfico humano são crianças
Crianças representam 62% das vítimas de tráfico humano identificadas na África, segundo relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) em 2 de junho. O documento aponta que grupos armados utilizam o tráfico de menores para ampliar efetivos e sustentar operações militares em zonas de conflito. A prática foi registrada em pelo menos 12 países africanos e afeta mais de 5 mil crianças
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2 de jun.
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